Resenha Critica sobre “Políticas das TICs no Brasil , em Portugal, e Angola.

Resumo

Este trabalho apresenta análise discursiva de caráter crítico-reflexivo acerca da utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no sistema educacional de vários países, como Brasil, Portugal e fazendo um enquadramento com a utilização das TICs  na Educação de  Angola.

Introdução

As tecnologias de informação e comunicação (TIC), hoje fazem parte do dia-adia de qualquer cidadão do mundo. Não é por acaso, que uma das recomendações mundiais para o presente milénio, é a globalização das TICs. 
 O seculo XXI é caracterizado pelo desenvolvimento e utilização massiva das TIC, por isso um sistema educativo que utiliza as TIC de forma limitada, é considerado um ensino que ainda não sofreu reforma milenar. As TIC, influenciam de forma directa nas actividades, sociai, económicas, politica, e educativas de qualquer país. Por isso o país que quer ver sua economia desenvolvida, sua sociedade mais informada, e seu ensino melhorado e diversificado, deve investir seriamente nas TICs.
É necessário saber, que actualmente a grande riqueza de um país não são apenas os recursos minerais que possuem em seus solos, águas ou florestas, é também capacidade que seus   cotidainos possuem em transformar a matéria bruta em benefícios para a comunidade. Por isso o nível de ensino de um país é hoje um dos indicadores de desenvolvimento humano. Não conhecemos nenhum país do mundo, com um ensino rigoroso, qualitativo e tecnológico, com índices de desenvolvimento humano baixíssimos. 
Na mesma ordem de ideias, também não conhecemos nenhum país do nundo, com um sistema de ensino, pouco tecnológico, não rigoroso e sem qualidade no topo dos país com índices de desenvolvimento humano, independentemente de este país ter ou não diversos recursos minerais, e ambientais. Enão a principal riqueza deve ser o homem, devemos investir seriamente na formação qualitativa e diversificada do homem.
Para que esta formação seja qualitativa e diversificada, é necessário apostar seriamente no campo das TIC, que são as verdadeiras causas de todo o desenvolvimento social, económico, politica, e educativo que se verifica em todo mudo.
Para Silva (2015), na contemporaneidade, as mudanças experimentadas pela sociedade são rápidas e vertiginosas e as tecnologias, sobretudo, as digitais possuem um papel importante nesse processo. Essas tecnologias estão presentes em todos os setores da denominada sociedade da informação, instalada no mundo contemporâneo.

Análise e Resultado

Para tal falaremos das TICs no ensino aprendizagem de cada pais. Para Brasil. Almeida (2008), mostra uma retrospectiva de recuos e avanços da sociedade Brasileira quanto a evolução das TIC e a sua apropriação. Trata de forma sintética da crise educacional brasileira, bem como o tratamento dado aos currículos das TIC e das práticas pedagógicas, tendo em conta os aspectos culturais, sociais e críticas.
O  trabalho apresenta  inicialmente uma visão histórica de como as TICs foram introduzidas na educação brasileira; descrevendo de forma comparativa e na visão de diferentes autores as vertentes instrucionista e  construcionista  de  uso  das  TICs,  abordando  a  integração das  tecnologias  no  modelo  TPaCK,  a  importância da formação de professores e culmina com a apresentação dos caminhos que têm sido  dados  a  essa  discussão  na  literatura.
Os autores começam a descrever as primeiras iniciativas do uso das tecnologias na educação  no Brasil que se deram a mais de 40 anos, Enquanto que de  acordo  com  Valente  (1997) as primeiras experiências  começaram em algumas universidades  federais na década de setenta, isto é  em  1973.
Ainda de acordo com Valente (1997), em 1975, foi produzido o documento "Introdução de Computadores  no  Ensino  do    Grau",  financiado  pelo  Programa  de  Reformulação  do Ensino (PREMEN/MEC) e, nesse mesmo ano, aconteceu a primeira visita de Seymour Papert e de Marvin Minsky (pesquisadores do M.I.T – Instituto de Tecnologia de Massachussets) ao país,  os  quais  lançaram  as  primeiras  sementes  de  utilização  das TICs  Logo,  uma  linguagem  de programação que foi desenvolvida no Massachusetts Institute of Technology (MIT), Boston E.U.A., pelo Professor Seymour Papert (Papert,  1980).
Em nossa opinião os autores não apresentam em detalhes como foi a educação brasileira antes das TICs, e como esta actualmente, por exemplo como era a educação no Brasil antes das da introdução das TICs no processo educacional, quanto as aprendizagens e como esta agora  o mesmo processo com a implementação dessas ferramentas no sistema educativo. Apenas apega-se nos apectos crítico-reflexivo.

Segundo Carvalho, citado por Pereira e Oliveira,(2012) Na WEB 2.0 encontramos inúmeras ferramentas favoráveis a produção de conhecimento tais como: Delicious, GoogleDocs, Flickr, YouTube, Blogger, Wikipédia, Twitter, Facebook, Podcast, Dan elife, Goowy, Google+, e outras, surgem com uma resposta de fácil aplicação, permitindo a comunicação a cooperação entre milhares de emissores e receptores. Trata-se do surgimento de redes colaborativas de conhecimento, onde assuntos diversos são postos em discussão e o conhecimento é organizado de forma contínua. As ferramentas acima citadas facilitam o processo de ensino e aprendizagem o essencial é saber como gerir as informações, extraindo delas o essencial para a tomada de decisão, isto é saber aplicar o conhecimento.   
Segundo Boaventura, citado por Almeida (2008), afirma que os recentes avanços técnicos foram a diminuição de preços somados as facilidades operacionais dos computadores, câmara de filmagem, câmaras digitais e outros equipamentos digitais disponíveis actualmente, fazem com que Sejam cada vez mais por empresas, governo, escolas e aumentam sua presença nos lares brasileiros. Esses avanços técnicos e o aumento de disponibilidade ocorrem em meio à ausência de políticas e/ou ações governamentais capazes de garantir uma escola pública laica e universal de qualidade, que seja percebida pela sociedade como um direito inalienável e fundamental ao desenvolvimento econômico e social do país.

                                        Para Portugal

Para  Díaz (2013) , a integração  das  TICs  no  sistema  educativos português deve ser para todos por isso que nos   últimos  30  anos  a  maioria  das  Administrações  públicas  tem  desarrolhado  distintas políticas para favorecer a implementação das Tecnologias em  centros educativos.  Neste trabalho se presenta  uma  análises sobre as TICs  desde mediados dos anos  80  e as sucessivas  áreas  medidas,  estratégias  e  reformas,  que  e no cotidiano  Português    desarrolhado  com  este objectivo. As  principais  líneas  de  intervenção  que  estas  políticas  educativas  TIC normalmente podem agrupar e  favorecer  de equipamento informático, a formação de  professores e a criação  de matérias curriculares.
 Ainda de acordo com Dias (2013) As primeiras integrações das TICs no sistema educativo surgiu na europa. Após a integração das TICs em  educação no sistemas educativos  da  Europa,A maioria  das  Administrações  públicas  do  resto dos   países , reconhecendo a grande importância das TICs fizeram um grande esforço para a sua implementação ao longo dos últimos  30 anos, não foi muito fácil devido as suas politicas e por causa dos equipamento  informáticos 
Pouco depois, em  1985,  nasce  o  «Projecto  de  Meios  Informáticos  No  Ensino: Racionalição, Valorização,  Actualização»  conhecido como  « Projecto  MINERVA»  e  que constitui  a  primeira  grande  iniciativa  para  a introdução  dos  meios  informáticos  na sua essência.  Como estabelece o  Despacho  206/ME/85  pretendendo   promover  a  introdução racional das tecnologias em  valorizar  o  próprio sistema  educativo.  Foi  um  projecto  com   grande  impacto  a  nível e que foi uma experiencia pilota na  integração do plano curricular do pais  sendo a formação   dos    professores  nesta    área,  apenas em   1994   e que permitiu formar um conjunto de professores e investigadores com conhecimento profundos sobre  a diversidade das  TICs na  Educação Portuguesa (Afonso,  199 pag 71).
Em  1990  nasce  o  primeiro  programa  «PRODEP  I:  Programa  Operacional da  Educação» que  teve  como  objectivo  fazer frente os   atrasos  do  sistema  educativo  português  em relação ao resto de países  de  União Europeia, na qual se  fez uma grande aposta na infraestrura dos  equipamento, ademais  para o acesso da educação.
Para Angola, mesmo tendo inúmeros recursos minerais, seu índice de desenvolvimento humano está abaixo de muitos países sem recursos minerais que investiram na formação tecnológica e diversificada do homem. É hora de acordar, é hora de corrermos atrás do tempo, é hora de seguirmos os bons exemplos.
É óbvio que o nosso país, foi assolado por vários anos de guerra, que retardaram o desenvolvimento do país em todas as esferas socias, incluindo a educativa.
Mais agora precisamos de investir na edução, nas tecnologias de informação, para democratização do ensino angolano.
Angola ainda encontra-se muito distante dos países do primeiro mundo (Europa, E.U.A) e também longe do Brasil, quanto a utilização das TIC. Mais é necessário que os angolanos tomem consciência, de que uma das vias para se alcançar o desenvolvido do país em distintas áreas passa por um investimento e formação seria no campo das tecnologias de informação e comunicação.
Já se assistem alguns investimentos no ensino angolano, mais ainda são insuficientes para uma angola que sonha com um desenvolvimento tecnológico, económico e social gigantesco, pois com a colaboração todos nós lá chegaremos. Para lá chegarmos, precisamos de um sistema de ensino totalmente tecnológico.

Considerações finais

Esse artigo apresentou considerações e contextualizações sobre as tecnologias educacionais em vários países  e no nível micro um cenário  internacional.  Para  entender  esses  contexto,  os autores buscaram dialogar  com  diversos  autores  para  a  construção  do  conhecimento  para  a  formação  de professores e a utilização construtiva das tecnologias educacionais em salas de aulas.
Percebemos que as primeiras iniciativas das tecnologias educacionais no brasil aconteceram mais de  40  anos  e  que  a  contribuição  ecfetiva  e  de  grande importância  nos  cenários   internacionais  e do Brasil  são  de  autoria  de  Seymour  Papert  em  sua  carreira  como  pesquisador  do Instituto  de  Tecnologia  de  Massachussets  (MIT    EUA)  e  José  Armando  Valente  (1997) como um pioneiro no cenário nacional. Além disso,  um marco importante foi a implantação do  programa  de  informática  na  educação  no  Brasil,  com  a  primeira  versão  do  programa PROINFO  em  1997,  que  contribuiu  para  que  o  computador  fosse  utilizado  como  uma ferramenta  na  sala  de  aula  sem  um  alvo  direcionado  ou  efetivo  para  o  processo  ensino-aprendizagem na educação brasileira.
Em Portugal, como igual que outros países europeus, se tem desarrolhado numerosas políticas sobre as TICs ao longo dos últimos 30 anos. Podemos  ver  uma  clara  evolução  das políticas elevadas  a cabo da introdução das Tecnologias  no   Sistema  Educativo português.
Porem apesar dessas políticas portuguesa e outos pias europeus notam a implementação das TICs no ensino-aprendizagem

Bibliografia

1.    A.M. Cardoso e J.F.Azevedo. (2013). Histórico e tendências de aplicação das tecnologias no sistema educacional brasileiro.
2.    ALMEIDA, D. A.(2009).TIC e educação no Brasil: breve histórico e possibilidades actuais de apropriação.
3.    Barroso, R.C.A e Silva J.A. B.(2014).Política de uso das tecnologias da informação comunicação e mídias em sergipe: uma história a ser contada.
4.    BRASIL. Ministério das Comunicações. Computador com internet e celular são bens que mais crescem nos lares brasileiros. Brasília, 2011. Notícia. Disponível em: <http://www.mc.gov.br/inclusao-digital/noticias-inclusao-digital/25790-computador-cominternet-e-celular-sao-bens-que-mais-crescem-nos-lares-brasileiros.> Acesso em: 30 jul 2013.
5.    CARVALHO, A. B., Concepções de Aprendizagem e o Uso da Tecnologia na Educação a Distância: Das Máquinas de Ensinar ao Conceito de Aprendizagem Colaborativa. In: Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste, 2009, João Pessoa. Educação, Direitos Humanos e Inclusão Social. João Pessoa: Editora UFPB, 2009.
6.    Díaz M.J. S.(2013).30 años de Políticas Educativas TIC en Portugal.
7.    FERNANDES, F.(1960). Ensaios de sociologia geral e aplicada. São Paulo. Pioneira.


Comentários

  1. As tecnologias, de informação e de comunicação (TIC),são sem dúvidas , uma das principais ou mesmo a principal, ferramenta do processo de ensino-aprendizagem na sociedade contemporânea.
    As TIC, revolucionaram o mundo em todos os domínios: Económico, Cultural, Social, Politico, e também no campo Educativo. Hoje falamos , de salas e laboratórios virtuais , ensino a distância, redes sociais, telecomunicações ,portefólios electrónicos, e tantas outras coisas que dinamizaram e melhoraram o processo de ensino-aprendizagem em todo o mundo, graças ao desenvolvimento e crescimento das TIC.
    Na sociedade contemporânea, não se deve falar de ensino e nível de vida com qualidade, sem falar das TIC. As TIC, estão directamente ligadas ao nível de desenvolvimento de uma sociedade, fazem parte do dia-adia do citadino do século XXI, deste ,telemóveis até aos aparelhos electrónicos, que controlam embarcações , aviões,automóveis,satélites, etc.
    Me parece que o Homem do presente século deve ser chamado Homo sapiens-technology, porque neste século o Homem associou o saber as tecnologias de informação e de comunicação.
    As TIC, são ferramentas indispensáveis ao processo de ensino-aprendizagem de qualquer país do mundo.
    Brasil, Portugal e outros países da Europa, têm feito nos últimos 30 anos grandes investimentos no desenvolvimento e aplicação das TIC, no processo de ensino-aprendizagem, para responderem os desafios impostos pelo presente milénio: Globalizar o ensino superior e utilização das TIC, em todos os domínios do processo de ensino-aprendizagem.
    Em Angola, as TIC, apareceram pela primeira vez , no currículo escolar , depois da guerra civil , no âmbito da reforma educativa implementada em 2004.
    Mesmo assim, teve pouco sucesso, pois, a reforma educativa em Angola, foi pensada apenas a nível curricular , não se tiveram em conta as reformas infra-estruturais e de recursos humanos.
    Implementou-se a reforma educativa , mais as escolas do I e II Ciclos não tinham computadores nem professores com capacidades para manejar ou teclar um computador.
    Estas dificuldades, se arrastam até aos dias de hoje, em enumeras escolas do I e II Ciclo espalhadas pelo país inteiro, principalmente nas escolas das zonas rurais , onde nem se quer tem energia eléctrica .
    A massificação do conhecimento científico, e a utilização cada vez maior de telemóveis, com acesso a Internet pelos alunos dos diferentes níveis de ensino nas capitais provinciais e municípios próximos as grandes cidades , obrigaram os docentes a mudarem de estratégias metodologias para ensinar, de modo a acompanharem as dinâmicas da ciência na sociedade contemporânea e ensinarem com propriedade e científicidade. Isto fez com que, muitos docentes, procurassem alternativas para responderem aos desafios impostos pela dinâmica da ciência e da tecnologia, recorrendo ao uso de portáteis e de telemóveis pessoais, para poderem interagir e ensinar os alunos com metodologias da nova era.
    Posso afirmar , que, Angola já esta dar passos no que tange a implementação das TIC, no processo de ensino-aprendizagem , mais ainda esta muito longe do Brasil , Portugal e outros países da Europa. Angola luta para implementar as TIC no PEA, Brasil , Portugal e outros países da Europa, lutam para desenvolver as TIC no PEA.
    Angola ainda não atingiu o sucesso pretendido, na implementação das TIC , no processo de ensino -aprendizagem (PEA), por falta de meios electrónicos e professores qualificados em numerosas escolas do país dos diferentes níveis de ensino.

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    1. O comentário acrescenta informação à postagem mas não tem um caracter reflexivo.

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  2. A educação é uma componente chave para o desenvolvimento econômico e social de um país.
    Um país cuja população seja alfabetizada, com base sólida e em todas as idades, terá mais chances de ser um país desenvolvido, com mais riquezas e com excelentes profissionais; aumentando ainda, suas chances de colaboração entre nações, recebendo e contribuindo com avanços tecnológicos úteis.
    Infelizmente, não satisfaz apenas, que o acesso as TICs no sistema educacional exista, é preciso haver interesse por parte do aluno, e é aí que a tecnologia pode auxiliar. A tecnologia desperta interesses, curiosidades e permite um vasto campo de possibilidades infinitas, inclusive na resolução de conflitos, nacionais e internacionais;
    O quadro negro, as quatro paredes da sala de aula e o discurso do professor já não são suficientes para prender a atenção do aluno hoje em dia. Uma vez que a Didáctica diz que um aluno tem apenas 15 minutos de atenção.
    A TIC é uma ferramenta que vem transformando a troca de experiências entre quem ensina e quem está aprendendo. Com ela, o ensino fica integrado ao dia a dia através do computador, tablets e até mesmo do celular que temos o tempo todo em mãos.
    Com o auxílio desses mecanismos, que funcionam como uma extensão da sala de aula, os processos pedagógicos se mantêm actuais. O acesso à informação de qualidade fica mais fácil e a autonomia dos alunos é estimulada.
    Através dos conteúdos pedagógicos disponibilizados de forma online, a retomada dos temas trabalhados em sala é intensificada e o fluxo fica todo mais dinâmico. Já que alunos e professores têm acesso aos materiais de qualquer lugar com acesso à internet.
    Excluir a tecnologia dos métodos de ensino não é mais uma opção. Ela faz parte da vida das gerações mais actuais e deve ser trabalhada a favor do aprendizado.
    É fundamental entender a TIC como uma ferramenta aliada para o ensino. Um benefício à educação, que junto com conteúdos pedagógicos de qualidade e bons profissionais, potencializa a divisão dos conhecimentos e leva o aluno o mais longe que ele pode chegar no aprendizado.
    Para levar esse tipo de método para a realidade de cada instituição de ensino, procure-se parceiros e plataformas especializadas, que irão dar todo suporte e fazer com que a tecnologia educacional seja uma aliada ao processo de ensino e compartilhamento do conhecimento.
    Os países como Brasil e Portugal o seu ensino esta muito desenvolvido devido a implementação das TICs no sistema educacional já quase a 30 anos, de no caso de o Brasil partir dos anos 70. Estes países já sente o efeito da implementação das TICs no sistema educativo tal como nos foi postado.
    Angola é pais subdesenvolvido em termos económicos e social. Apesar das TICs estar no plano curricular, por esta e outras razões é que ainda não se executa como deve ser.
    Para mim em Angola, o uso das TICs pelos professores, como recurso no processo de educação, deve servir de inovação pedagógica, mas para que isso ocorra, é fundamental que o professor tenha conhecimento sobre as possibilidades do recurso tecnológico, para utilizá-lo como instrumento de aprendizagem.
    As inovações são inúmeras, porém o professor deve buscar estas inovações e praticá-las no seu cotidiano. Essa é uma tarefa árdua e de imensa dificuldade para nossa realidade na escolar pública. Qualquer forma de utilização das TICs torna- se inovadora na maioria dos casos. Outro obstáculo bastante forte para o uso das tecnologias é o acesso. Nem todos os alunos têm computador, além disso, muitas vezes o acesso à internet é restringido pela velocidade ou pela disponibilidade de tempo.
    O Governo envia nalgumas escolas recursos, no intuito de levar ferramentas tecnológicas às escolas, tais recursos oferecem novas possibilidades para o trabalho educacional, mas na contrapartida carece na oferta de formação para docentes no que tange o uso e aplicabilidade dos recursos em sala de aula, o que pode provocar entre os professores dúvidas e indagações e possivelmente o abandono dos recursos.

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    1. O comentário acrescenta informação à postagem mas não tem um caracter reflexivo.

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  3. De salientar que no mundo de hoje As TICs, influenciam de forma significativa no desenvolvimento, socio-económico, politico, e educativo de qualquer país em fracção de pouco tempo segundo as condições políticas, contextuais e culturais. Portugal hoje é um país de renome na união europeia com um desenvolvimento considerável em tecnologia, assim como Brasil que também é um dos centros de academia virtual no mundo. Devido aos vários projectos implementados pelo sector privado e os seus ministérios públicos começando na educação fundamental, ensino superior até ao doutoramento em que alguns são presenciais e outros á distância.
    Brasil e Portugal países onde focamos a nossa reflexão, para atingirem os níveis de tecnologias em que estão hoje tiveram que passar por grandes desafios como por exemplo Portugal, tem o relatório de Carmona que direccionou O Projecto Minerva, que teve como objectivo introduzir “de forma racionalizada, os meios informáticos no ensino não superior,” (Blanco & Silva, 1993, p. 44).
    Já o Brasil também desenvolveu por diferentes projectos como, o Projecto EDUCOM – Educação com Computador, implementado em 1984 pelo MEC, promoveu a criação de centros-piloto em algumas universidades públicas brasileiras, o Projecto - FORMAR, que consistiu em cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu. Actualmente possui um nível avançado de ensino na mídia a partir da televisão e a rádio com os programas tal como: Tv escola, Rádio-EDUC em que o ensino está expandido em toda parte do país.
    O grande desafio é que Angola também comece com os primeiros passos rumo ao desenvolvimento de tecnologias seguindo exemplos dos países já avançados na vertente tecnológica investindo grandemente na educação para melhorar o paradigma angolano em termos de progressos, no processo de ensino e aprendizagem, de modo a apossuirmos estabilidade económica, social educacional e política, visto que ainda encontra-se muito longe dos países desenvolvidos e não só.
    Todavia a minha grande preocupação é com os países desenvolvidos tendo em conta a proliferação das TICs o que me parece que a tecnologia em alguns contextos está a substituir o lugar do professor, e os alunos não desenvolvem, a escrita e a ortografia, também tende a destruir os valores sociais, quase que não há tempo para interacção familiar de modo que até em alguns casos pais e filhos vivem na mesma casa, apenas comunicam-se em mensagem. A ideia é que haja políticas e programas educativos a nível mundial que visam perspectivar o bom uso das tecnologias na educação e na sociedade em geral.

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    1. O comentário acrescenta informação à postagem e faz algumas reflexões no que respeita à realidade angolana e a desafios que a escola e a sociedade em geral têm que equacionar (como a reflexão sobre a globalização do acesso às TIC versus valores humanos). Não é contudo uma reflexão sobre as aprendizagens.

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  4. O século XXI é caracterizado pelo desenvolvimento e utilização das técnicas de informação e comunicação(TIC), por isso um sistema educativo que utiliza as mesmas de forma limitada, é considerado um ensino que ainda não sofreu reforma milenar.
    Esta resenha, apresenta inicialmente uma visão histórica de como as TICs foram introduzidas na educação brasileira e portuguesa; descrevendo de forma comparativa e na visão de diferentes autores as vertentes instrucionista e construcionista de uso das TICs, abordando a integração das tecnologias no modelo TPaCK, a importância da formação de professores e culmina com a apresentação dos caminhos que têm sido dados a essa discussão na literatura.
    A reflexão que fiz depois da leitura, é que o desenvolvimento humano de um país é directamente porporcional ao nível de ensino. Os países acima sitados estam em constante desenvolvimento porque investiram na formação de qualidade, usando as TIC.
    Em Angola, mesmo tendo inúmeros recursos minerais, seu índice de desenvolvimento humano está abaixo de muitos países sem recursos minerais que investiram na formação tecnológica e diversificada do homem.
    Percebi que é chegado o momento de Angola seguir o exemplo de outros países em via de desenvolvimento, investindo seriamente, na formação qualitativa e divercificada do homem, para tal é necessário, apostar seriamente no campo das TIC, que são as verdadeiras causas de todo o desenvolvimento social, económico, político e educativo que se verifica em todo mundo.

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    1. O comentário apresenta alguma reflexão mas parece poder inferir-se que a Francisca considera que sem TIC não há inovação pedagógica e desenvolvimento da Educação (social, económico...). Ora o que a literatura refere é que apesar dos grandes investimentos feitos no Brasil e em Portugal as práticas pedagógicas continuam centradas nos conteúdos e no professor, como refere Almeida (2008) nas considerações finais do artigo.

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  5. O texto está um pouco confuso e não se foca nas várias iniciativas de integração das TIC em contextos educativos no Brasil e em Angola. As pontes que tentam fazer para a realidade angolana são muito gerais e não indicam recomendações concretas. Tentem responder a questões como. que iniciativas houve? que recursos foram usados? com que resultados? tendo em conta o acesso facilitado às TIC (nomeadamente smartphones e nas zonas urbanas), como promover o uso educativo das TIC em Angola? Podiam organizar as ideias numa tabela. Fica a sugestão!

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