Resenha Critica sobre “Políticas
das TICs no Brasil , em Portugal, e Angola.
Resumo
Este trabalho apresenta análise
discursiva de caráter crítico-reflexivo acerca da utilização das tecnologias de
informação e comunicação (TIC) no sistema educacional de vários países, como
Brasil, Portugal e fazendo um enquadramento com a utilização das TICs na Educação de Angola.
Introdução
As tecnologias de
informação e comunicação (TIC), hoje fazem parte do dia-adia de qualquer
cidadão do mundo. Não é por acaso, que uma das recomendações mundiais para o
presente milénio, é a globalização das TICs.
O seculo XXI é caracterizado pelo
desenvolvimento e utilização massiva das TIC, por isso um sistema educativo que
utiliza as TIC de forma limitada, é considerado um ensino que ainda não sofreu
reforma milenar. As TIC, influenciam de forma directa nas actividades, sociai,
económicas, politica, e educativas de qualquer país. Por isso o país que quer
ver sua economia desenvolvida, sua sociedade mais informada, e seu ensino
melhorado e diversificado, deve investir seriamente nas TICs.
É necessário saber,
que actualmente a grande riqueza de um país não são apenas os recursos minerais
que possuem em seus solos, águas ou florestas, é também capacidade que
seus cotidainos possuem em transformar
a matéria bruta em benefícios para a comunidade. Por isso o nível de ensino de
um país é hoje um dos indicadores de desenvolvimento humano. Não conhecemos
nenhum país do mundo, com um ensino rigoroso, qualitativo e tecnológico, com
índices de desenvolvimento humano baixíssimos.
Na mesma ordem de
ideias, também não conhecemos nenhum país do nundo, com um sistema de ensino,
pouco tecnológico, não rigoroso e sem qualidade no topo dos país com índices de
desenvolvimento humano, independentemente de este país ter ou não diversos
recursos minerais, e ambientais. Enão a principal riqueza deve ser o homem,
devemos investir seriamente na formação qualitativa e diversificada do homem.
Para que esta
formação seja qualitativa e diversificada, é necessário apostar seriamente no
campo das TIC, que são as verdadeiras causas de todo o desenvolvimento social,
económico, politica, e educativo que se verifica em todo mudo.
Para Silva (2015), na
contemporaneidade, as mudanças experimentadas pela sociedade são rápidas e
vertiginosas e as tecnologias, sobretudo, as digitais possuem um papel importante
nesse processo. Essas tecnologias estão presentes em todos os setores da
denominada sociedade da informação, instalada no mundo contemporâneo.
Análise e Resultado
Para
tal falaremos das TICs no ensino aprendizagem de cada pais. Para Brasil. Almeida
(2008), mostra uma retrospectiva de recuos e avanços da sociedade Brasileira
quanto a evolução das TIC e a sua apropriação. Trata de forma sintética da
crise educacional brasileira, bem como o tratamento dado aos currículos das TIC
e das práticas pedagógicas, tendo em conta os aspectos culturais, sociais e
críticas.
O trabalho apresenta inicialmente uma visão histórica de como as
TICs foram introduzidas na educação brasileira; descrevendo de forma
comparativa e na visão de diferentes autores as vertentes instrucionista e construcionista de
uso das TICs,
abordando a integração das tecnologias
no modelo TPaCK,
a importância da formação de
professores e culmina com a apresentação dos caminhos que têm sido dados
a essa discussão
na literatura.
Os
autores começam a descrever as primeiras iniciativas do uso das tecnologias na
educação no Brasil que se deram a mais
de 40 anos, Enquanto que de acordo com
Valente (1997) as primeiras
experiências começaram em algumas
universidades federais na década de
setenta, isto é em 1973.
Ainda
de acordo com Valente (1997), em 1975, foi produzido o documento
"Introdução de Computadores no Ensino
do 2° Grau",
financiado pelo Programa
de Reformulação do Ensino (PREMEN/MEC) e, nesse mesmo ano,
aconteceu a primeira visita de Seymour Papert e de Marvin Minsky (pesquisadores
do M.I.T – Instituto de Tecnologia de Massachussets) ao país, os
quais lançaram as
primeiras sementes de
utilização das TICs Logo,
uma linguagem de programação que foi desenvolvida no
Massachusetts Institute of Technology (MIT), Boston E.U.A., pelo Professor
Seymour Papert (Papert, 1980).
Em
nossa opinião os autores não apresentam em detalhes como foi a educação
brasileira antes das TICs, e como esta actualmente, por exemplo como era a
educação no Brasil antes das da introdução das TICs no processo educacional,
quanto as aprendizagens e como esta agora
o mesmo processo com a implementação dessas ferramentas no sistema
educativo. Apenas apega-se nos apectos crítico-reflexivo.
Segundo
Carvalho, citado por Pereira e Oliveira,(2012) Na WEB 2.0 encontramos inúmeras
ferramentas favoráveis a produção de conhecimento tais como: Delicious,
GoogleDocs, Flickr, YouTube, Blogger, Wikipédia, Twitter, Facebook, Podcast,
Dan elife, Goowy, Google+, e outras, surgem com uma resposta de fácil
aplicação, permitindo a comunicação a cooperação entre milhares de emissores e
receptores. Trata-se do surgimento de redes colaborativas de conhecimento, onde
assuntos diversos são postos em discussão e o conhecimento é organizado de
forma contínua. As ferramentas acima citadas facilitam o processo de ensino e
aprendizagem o essencial é saber como gerir as informações, extraindo delas o
essencial para a tomada de decisão, isto é saber aplicar o conhecimento.
Segundo
Boaventura, citado por Almeida (2008), afirma que os recentes avanços técnicos
foram a diminuição de preços somados as facilidades operacionais dos
computadores, câmara de filmagem, câmaras digitais e outros equipamentos digitais
disponíveis actualmente, fazem com que Sejam cada vez mais por empresas,
governo, escolas e aumentam sua presença nos lares brasileiros. Esses avanços
técnicos e o aumento de disponibilidade ocorrem em meio à ausência de políticas
e/ou ações governamentais capazes de garantir uma escola pública laica e
universal de qualidade, que seja percebida pela sociedade como um direito
inalienável e fundamental ao desenvolvimento econômico e social do país.
Para
Portugal
Para Díaz (2013) , a integração das
TICs no sistema
educativos português deve ser para todos por isso que nos últimos
30 anos a
maioria das Administrações públicas
tem desarrolhado distintas políticas para favorecer a
implementação das Tecnologias em centros
educativos. Neste trabalho se
presenta uma análises sobre as TICs desde mediados dos anos 80 e
as sucessivas áreas medidas,
estratégias e reformas,
que e no cotidiano Português
há desarrolhado com
este objectivo. As principais líneas
de intervenção que
estas políticas educativas
TIC normalmente podem agrupar e
favorecer de equipamento
informático, a formação de professores e
a criação de matérias curriculares.
Ainda de acordo com Dias (2013) As primeiras
integrações das TICs no sistema educativo surgiu na europa. Após a integração
das TICs em educação no sistemas
educativos da Europa,A maioria das
Administrações públicas do
resto dos países , reconhecendo
a grande importância das TICs fizeram um grande esforço para a sua
implementação ao longo dos últimos 30
anos, não foi muito fácil devido as suas politicas e por causa dos
equipamento informáticos
Pouco
depois, em 1985, nasce
o «Projecto de
Meios Informáticos No
Ensino: Racionalição, Valorização,
Actualização» conhecido como « Projecto
MINERVA» e que constitui
a primeira grande
iniciativa para a introdução
dos meios informáticos
na sua essência. Como estabelece
o Despacho 206/ME/85
pretendendo promover a
introdução racional das tecnologias em
valorizar o próprio sistema educativo.
Foi um projecto
com grande impacto
a nível e que foi uma experiencia
pilota na integração do plano curricular
do pais sendo a formação dos
professores nesta área,
apenas em 1994 e que permitiu formar um conjunto de
professores e investigadores com conhecimento profundos sobre a diversidade das TICs na
Educação Portuguesa (Afonso, 199
pag 71).
Em 1990
nasce o primeiro
programa «PRODEP I:
Programa Operacional da Educação» que
teve como objectivo
fazer frente os atrasos do
sistema educativo português
em relação ao resto de países de União Europeia, na qual se fez uma grande aposta na infraestrura dos equipamento, ademais para o acesso da educação.
Para Angola, mesmo tendo inúmeros recursos
minerais, seu índice de desenvolvimento humano está abaixo de muitos países sem
recursos minerais que investiram na formação tecnológica e diversificada do
homem. É hora de acordar, é hora de corrermos atrás do tempo, é hora de
seguirmos os bons exemplos.
É óbvio que o nosso
país, foi assolado por vários anos de guerra, que retardaram o desenvolvimento
do país em todas as esferas socias, incluindo a educativa.
Mais agora precisamos
de investir na edução, nas tecnologias de informação, para democratização do
ensino angolano.
Angola
ainda encontra-se muito distante dos países do primeiro mundo (Europa, E.U.A) e
também longe do Brasil, quanto a utilização das TIC. Mais é necessário que os
angolanos tomem consciência, de que uma das vias para se alcançar o
desenvolvido do país em distintas áreas passa por um investimento e formação
seria no campo das tecnologias de informação e comunicação.
Já se assistem alguns
investimentos no ensino angolano, mais ainda são insuficientes para uma angola
que sonha com um desenvolvimento tecnológico, económico e social gigantesco,
pois com a colaboração todos nós lá chegaremos. Para lá chegarmos, precisamos
de um sistema de ensino totalmente tecnológico.
Considerações finais
Esse
artigo apresentou considerações e contextualizações sobre as tecnologias
educacionais em vários países e no nível
micro um cenário internacional. Para
entender esses contexto,
os autores buscaram dialogar
com diversos autores
para a construção
do conhecimento para
a formação de professores e a utilização construtiva das
tecnologias educacionais em salas de aulas.
Percebemos
que as primeiras iniciativas das tecnologias educacionais no brasil aconteceram
mais de 40 anos e que
a contribuição ecfetiva
e de grande importância nos
cenários internacionais e do Brasil
são de autoria
de Seymour Papert
em sua carreira
como pesquisador do Instituto
de Tecnologia de
Massachussets (MIT –
EUA) e José
Armando Valente (1997) como um pioneiro no cenário nacional.
Além disso, um marco importante foi a
implantação do programa de
informática na educação
no Brasil, com
a primeira versão
do programa PROINFO em
1997, que contribuiu
para que o
computador fosse utilizado
como uma ferramenta na
sala de aula
sem um alvo
direcionado ou efetivo
para o processo
ensino-aprendizagem na educação brasileira.
Em
Portugal, como igual que outros países europeus, se tem desarrolhado numerosas
políticas sobre as TICs ao longo dos últimos 30 anos. Podemos ver
uma clara evolução
das políticas elevadas a cabo da
introdução das Tecnologias no Sistema
Educativo português.
Porem
apesar dessas políticas portuguesa e outos pias europeus notam a implementação
das TICs no ensino-aprendizagem
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7. FERNANDES,
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As tecnologias, de informação e de comunicação (TIC),são sem dúvidas , uma das principais ou mesmo a principal, ferramenta do processo de ensino-aprendizagem na sociedade contemporânea.
ResponderEliminarAs TIC, revolucionaram o mundo em todos os domínios: Económico, Cultural, Social, Politico, e também no campo Educativo. Hoje falamos , de salas e laboratórios virtuais , ensino a distância, redes sociais, telecomunicações ,portefólios electrónicos, e tantas outras coisas que dinamizaram e melhoraram o processo de ensino-aprendizagem em todo o mundo, graças ao desenvolvimento e crescimento das TIC.
Na sociedade contemporânea, não se deve falar de ensino e nível de vida com qualidade, sem falar das TIC. As TIC, estão directamente ligadas ao nível de desenvolvimento de uma sociedade, fazem parte do dia-adia do citadino do século XXI, deste ,telemóveis até aos aparelhos electrónicos, que controlam embarcações , aviões,automóveis,satélites, etc.
Me parece que o Homem do presente século deve ser chamado Homo sapiens-technology, porque neste século o Homem associou o saber as tecnologias de informação e de comunicação.
As TIC, são ferramentas indispensáveis ao processo de ensino-aprendizagem de qualquer país do mundo.
Brasil, Portugal e outros países da Europa, têm feito nos últimos 30 anos grandes investimentos no desenvolvimento e aplicação das TIC, no processo de ensino-aprendizagem, para responderem os desafios impostos pelo presente milénio: Globalizar o ensino superior e utilização das TIC, em todos os domínios do processo de ensino-aprendizagem.
Em Angola, as TIC, apareceram pela primeira vez , no currículo escolar , depois da guerra civil , no âmbito da reforma educativa implementada em 2004.
Mesmo assim, teve pouco sucesso, pois, a reforma educativa em Angola, foi pensada apenas a nível curricular , não se tiveram em conta as reformas infra-estruturais e de recursos humanos.
Implementou-se a reforma educativa , mais as escolas do I e II Ciclos não tinham computadores nem professores com capacidades para manejar ou teclar um computador.
Estas dificuldades, se arrastam até aos dias de hoje, em enumeras escolas do I e II Ciclo espalhadas pelo país inteiro, principalmente nas escolas das zonas rurais , onde nem se quer tem energia eléctrica .
A massificação do conhecimento científico, e a utilização cada vez maior de telemóveis, com acesso a Internet pelos alunos dos diferentes níveis de ensino nas capitais provinciais e municípios próximos as grandes cidades , obrigaram os docentes a mudarem de estratégias metodologias para ensinar, de modo a acompanharem as dinâmicas da ciência na sociedade contemporânea e ensinarem com propriedade e científicidade. Isto fez com que, muitos docentes, procurassem alternativas para responderem aos desafios impostos pela dinâmica da ciência e da tecnologia, recorrendo ao uso de portáteis e de telemóveis pessoais, para poderem interagir e ensinar os alunos com metodologias da nova era.
Posso afirmar , que, Angola já esta dar passos no que tange a implementação das TIC, no processo de ensino-aprendizagem , mais ainda esta muito longe do Brasil , Portugal e outros países da Europa. Angola luta para implementar as TIC no PEA, Brasil , Portugal e outros países da Europa, lutam para desenvolver as TIC no PEA.
Angola ainda não atingiu o sucesso pretendido, na implementação das TIC , no processo de ensino -aprendizagem (PEA), por falta de meios electrónicos e professores qualificados em numerosas escolas do país dos diferentes níveis de ensino.
O comentário acrescenta informação à postagem mas não tem um caracter reflexivo.
EliminarA educação é uma componente chave para o desenvolvimento econômico e social de um país.
ResponderEliminarUm país cuja população seja alfabetizada, com base sólida e em todas as idades, terá mais chances de ser um país desenvolvido, com mais riquezas e com excelentes profissionais; aumentando ainda, suas chances de colaboração entre nações, recebendo e contribuindo com avanços tecnológicos úteis.
Infelizmente, não satisfaz apenas, que o acesso as TICs no sistema educacional exista, é preciso haver interesse por parte do aluno, e é aí que a tecnologia pode auxiliar. A tecnologia desperta interesses, curiosidades e permite um vasto campo de possibilidades infinitas, inclusive na resolução de conflitos, nacionais e internacionais;
O quadro negro, as quatro paredes da sala de aula e o discurso do professor já não são suficientes para prender a atenção do aluno hoje em dia. Uma vez que a Didáctica diz que um aluno tem apenas 15 minutos de atenção.
A TIC é uma ferramenta que vem transformando a troca de experiências entre quem ensina e quem está aprendendo. Com ela, o ensino fica integrado ao dia a dia através do computador, tablets e até mesmo do celular que temos o tempo todo em mãos.
Com o auxílio desses mecanismos, que funcionam como uma extensão da sala de aula, os processos pedagógicos se mantêm actuais. O acesso à informação de qualidade fica mais fácil e a autonomia dos alunos é estimulada.
Através dos conteúdos pedagógicos disponibilizados de forma online, a retomada dos temas trabalhados em sala é intensificada e o fluxo fica todo mais dinâmico. Já que alunos e professores têm acesso aos materiais de qualquer lugar com acesso à internet.
Excluir a tecnologia dos métodos de ensino não é mais uma opção. Ela faz parte da vida das gerações mais actuais e deve ser trabalhada a favor do aprendizado.
É fundamental entender a TIC como uma ferramenta aliada para o ensino. Um benefício à educação, que junto com conteúdos pedagógicos de qualidade e bons profissionais, potencializa a divisão dos conhecimentos e leva o aluno o mais longe que ele pode chegar no aprendizado.
Para levar esse tipo de método para a realidade de cada instituição de ensino, procure-se parceiros e plataformas especializadas, que irão dar todo suporte e fazer com que a tecnologia educacional seja uma aliada ao processo de ensino e compartilhamento do conhecimento.
Os países como Brasil e Portugal o seu ensino esta muito desenvolvido devido a implementação das TICs no sistema educacional já quase a 30 anos, de no caso de o Brasil partir dos anos 70. Estes países já sente o efeito da implementação das TICs no sistema educativo tal como nos foi postado.
Angola é pais subdesenvolvido em termos económicos e social. Apesar das TICs estar no plano curricular, por esta e outras razões é que ainda não se executa como deve ser.
Para mim em Angola, o uso das TICs pelos professores, como recurso no processo de educação, deve servir de inovação pedagógica, mas para que isso ocorra, é fundamental que o professor tenha conhecimento sobre as possibilidades do recurso tecnológico, para utilizá-lo como instrumento de aprendizagem.
As inovações são inúmeras, porém o professor deve buscar estas inovações e praticá-las no seu cotidiano. Essa é uma tarefa árdua e de imensa dificuldade para nossa realidade na escolar pública. Qualquer forma de utilização das TICs torna- se inovadora na maioria dos casos. Outro obstáculo bastante forte para o uso das tecnologias é o acesso. Nem todos os alunos têm computador, além disso, muitas vezes o acesso à internet é restringido pela velocidade ou pela disponibilidade de tempo.
O Governo envia nalgumas escolas recursos, no intuito de levar ferramentas tecnológicas às escolas, tais recursos oferecem novas possibilidades para o trabalho educacional, mas na contrapartida carece na oferta de formação para docentes no que tange o uso e aplicabilidade dos recursos em sala de aula, o que pode provocar entre os professores dúvidas e indagações e possivelmente o abandono dos recursos.
O comentário acrescenta informação à postagem mas não tem um caracter reflexivo.
EliminarDe salientar que no mundo de hoje As TICs, influenciam de forma significativa no desenvolvimento, socio-económico, politico, e educativo de qualquer país em fracção de pouco tempo segundo as condições políticas, contextuais e culturais. Portugal hoje é um país de renome na união europeia com um desenvolvimento considerável em tecnologia, assim como Brasil que também é um dos centros de academia virtual no mundo. Devido aos vários projectos implementados pelo sector privado e os seus ministérios públicos começando na educação fundamental, ensino superior até ao doutoramento em que alguns são presenciais e outros á distância.
ResponderEliminarBrasil e Portugal países onde focamos a nossa reflexão, para atingirem os níveis de tecnologias em que estão hoje tiveram que passar por grandes desafios como por exemplo Portugal, tem o relatório de Carmona que direccionou O Projecto Minerva, que teve como objectivo introduzir “de forma racionalizada, os meios informáticos no ensino não superior,” (Blanco & Silva, 1993, p. 44).
Já o Brasil também desenvolveu por diferentes projectos como, o Projecto EDUCOM – Educação com Computador, implementado em 1984 pelo MEC, promoveu a criação de centros-piloto em algumas universidades públicas brasileiras, o Projecto - FORMAR, que consistiu em cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu. Actualmente possui um nível avançado de ensino na mídia a partir da televisão e a rádio com os programas tal como: Tv escola, Rádio-EDUC em que o ensino está expandido em toda parte do país.
O grande desafio é que Angola também comece com os primeiros passos rumo ao desenvolvimento de tecnologias seguindo exemplos dos países já avançados na vertente tecnológica investindo grandemente na educação para melhorar o paradigma angolano em termos de progressos, no processo de ensino e aprendizagem, de modo a apossuirmos estabilidade económica, social educacional e política, visto que ainda encontra-se muito longe dos países desenvolvidos e não só.
Todavia a minha grande preocupação é com os países desenvolvidos tendo em conta a proliferação das TICs o que me parece que a tecnologia em alguns contextos está a substituir o lugar do professor, e os alunos não desenvolvem, a escrita e a ortografia, também tende a destruir os valores sociais, quase que não há tempo para interacção familiar de modo que até em alguns casos pais e filhos vivem na mesma casa, apenas comunicam-se em mensagem. A ideia é que haja políticas e programas educativos a nível mundial que visam perspectivar o bom uso das tecnologias na educação e na sociedade em geral.
O comentário acrescenta informação à postagem e faz algumas reflexões no que respeita à realidade angolana e a desafios que a escola e a sociedade em geral têm que equacionar (como a reflexão sobre a globalização do acesso às TIC versus valores humanos). Não é contudo uma reflexão sobre as aprendizagens.
EliminarO século XXI é caracterizado pelo desenvolvimento e utilização das técnicas de informação e comunicação(TIC), por isso um sistema educativo que utiliza as mesmas de forma limitada, é considerado um ensino que ainda não sofreu reforma milenar.
ResponderEliminarEsta resenha, apresenta inicialmente uma visão histórica de como as TICs foram introduzidas na educação brasileira e portuguesa; descrevendo de forma comparativa e na visão de diferentes autores as vertentes instrucionista e construcionista de uso das TICs, abordando a integração das tecnologias no modelo TPaCK, a importância da formação de professores e culmina com a apresentação dos caminhos que têm sido dados a essa discussão na literatura.
A reflexão que fiz depois da leitura, é que o desenvolvimento humano de um país é directamente porporcional ao nível de ensino. Os países acima sitados estam em constante desenvolvimento porque investiram na formação de qualidade, usando as TIC.
Em Angola, mesmo tendo inúmeros recursos minerais, seu índice de desenvolvimento humano está abaixo de muitos países sem recursos minerais que investiram na formação tecnológica e diversificada do homem.
Percebi que é chegado o momento de Angola seguir o exemplo de outros países em via de desenvolvimento, investindo seriamente, na formação qualitativa e divercificada do homem, para tal é necessário, apostar seriamente no campo das TIC, que são as verdadeiras causas de todo o desenvolvimento social, económico, político e educativo que se verifica em todo mundo.
O comentário apresenta alguma reflexão mas parece poder inferir-se que a Francisca considera que sem TIC não há inovação pedagógica e desenvolvimento da Educação (social, económico...). Ora o que a literatura refere é que apesar dos grandes investimentos feitos no Brasil e em Portugal as práticas pedagógicas continuam centradas nos conteúdos e no professor, como refere Almeida (2008) nas considerações finais do artigo.
EliminarO texto está um pouco confuso e não se foca nas várias iniciativas de integração das TIC em contextos educativos no Brasil e em Angola. As pontes que tentam fazer para a realidade angolana são muito gerais e não indicam recomendações concretas. Tentem responder a questões como. que iniciativas houve? que recursos foram usados? com que resultados? tendo em conta o acesso facilitado às TIC (nomeadamente smartphones e nas zonas urbanas), como promover o uso educativo das TIC em Angola? Podiam organizar as ideias numa tabela. Fica a sugestão!
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